segunda-feira, 23 de abril de 2018

CACHORRINHA MORRE E A MENININHA MANDA UMA MENSAGEM PARA DEUS!


                 
      


Uma linda cachorrinha de 14 anos morreu. Sua filhinha a amava muito e ficou muito triste. Meredith de quatro anos chorava todos os dias e nada a consolava pela falta de sua cachorra “Abbey”, (significa abadia), pela qual sentia muitas saudades. Esta ingênua criatura perguntou à mãe se poderia escrever uma carta para Deus para que, assim que Abbey chegasse ao Céu, Ele pudesse reconhecê-la.
A mãe dela consentiu diante tão delicado pedido e ela passou a ditar as seguintes palavras, enquanto a mãe escrevia:
“Querido Deus.
O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está aí no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor a deixou conosco mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o  Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja o Senhor reconheça logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela. Meredith.”
De acordo com a mãe de Meredith, elas colocaram a carta em um envelope com duas fotos de Abbey junto de Meredith e endereçaram a “Deus no Céu”. Depois, escreveram o próprio endereço no remetente e Meredith colou um monte de selos na frente dizendo que era necessário para que a carta pudesse chegar até o Céu.

Divulgação
“Naquela tarde ela colocou a carta numa caixa do correio. Dias depois ela perguntou se Deus já tinha recebido a carta. Respondi que achava que sim.”, disse a mãe.
Passados alguns dias, quando a família estava voltando para casa, após um passeio ao Museu de História Natural, se deparou com um pacote embrulhado em papel dourado na varanda, com um cartão endereçado à Meredith em uma caligrafia desconhecida. Dentro do pacote, encontrava-se o livro escrito por Mr. Rogers, intitulado “Quando um animal de estimação morre”. Colada na capa interna do livro estava a carta de Meredith. Na outra página, estava colada uma das fotos enviadas pela menina, abaixo da inscrição “Para Meredith”. Ao virar a página, mãe e filha encontraram um bilhete cor de rosa, escrito à mão:
“Querida Meredith,
A Abbey chegou bem ao Céu. A foto, que você me enviou, ajudou muito e eu a reconheci imediatamente. Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo assim como está no seu coração. Ela adorou ter sido seu animal. Como não precisamos de nossos corpos no Céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça à sua mãe por tê-la ajudado a escrevê-la e enviá-la a mim. Que mãe maravilhosa você tem! Eu a escolhi especialmente para você. Eu envio minhas bênçãos todos os dias e lembre-se que amo muito vocês. A propósito, sou fácil de encontrar: estou em todos os lugares onde exista amor. Com amor, Deus”.
           As lágrimas são sensibilidade do coração que não as derrama não tem coração...as lágrimas rolam na face.
Como é lindo o amor desta menina por sua cachorra..
       O que é o coração puro de uma criança e o amor de uma mãe que sempre ensinou-a a amar os animais?
          Incrível, emocionante!!! Sem dúvidas Abbey e todos os animais que partem para o céu estão felizes e cheios de amor, ao lado de Deus e esperando por nós, pelo dia em que estaremos juntos de novo lá no céu. Ele é o melhor tutor do universo .
           Emocionante. A criança foi brilhante, a mãe apoiou a ideia da filha (sinceramente, nós, no nosso dia a dia, faríamos o mesmo com nossos filhos?) e quem recebeu a carta foi de uma sensibilidade incrível. Três pessoas iluminadas se encontraram num plano sequência. E só poderia dar nisso, uma obra divina.
 

 

COMO FALAR BEM EM PÚBLICO?... ALGUMAS SUGESTÕES!


Falar bem nunca foi tão essencial. Com as dicas dos melhores
palestrantes do mundo e uma ajudinha da ciência, qualquer 
um pode brilhar em um palco.




por Otávio Cohen


Falar é a maneira mais simples de transmitir informação de um HD (o cérebro de uma pessoa) para outro (o cérebro de outra pessoa). Nunca se inventou uma maneira mais fácil de passar conhecimento adiante. Mas, para que essa comunicação seja bem-sucedida, é bom que quem esteja falando domine alguns princípios. É a arte de falar bem. Ela envolve um bom conteúdo, um orador treinado, uma bela dose de emoção e bastante coragem. Afinal, para muita gente, só a ideia de abrir a boca já é aterrorizante.
Há milênios, os seres humanos têm se debruçado sobre as melhores maneiras de encarar o grande desafio que é abrir a boca na frente de outras pessoas. Na Antiguidade, os pensadores chamavam isso de retórica – e gastaram bibliotecas inteiras estudando suas técnicas. No século 20, foram inventados os livros de autoajuda: um dos mais importantes foi o de Dale Carnegie, Como Falar em Público e Influenciar Pessoas no Mundo dos Negócios (ele também foi o autor de Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas). No século 21, é a vez da ciência entrar no assunto: tom de voz, palavras por minuto, expressão corporal – tudo isso ajuda a superar o medo e passa uma boa mensagem. Nas próximas páginas, olhamos para esses séculos de conhecimentos e compilamos as melhores dicas para você se tornar um orador de boca cheia.

1. Tenha algo a dizer.

A primeira dica é também a mais óbvia. Saber o que dizer é escapar de obstáculos no meio do caminho. O primeiro deles é o ego inflado. Só conte detalhes da sua vida se eles forem indispensáveis à mensagem que você quer passar. Vamos supor que você teve uma infância pobre, mas que, depois de muita luta, tornou-se o presidente de uma grande empresa – e você quer falar sobre a importância do trabalho duro. Nesse caso, sua história pessoal até é um bom exemplo. Mas mencionar detalhes dispensáveis, tipo o itinerário do ônibus que você tinha que pegar para chegar ao trabalho em 1995, vai resultar num ouvinte aborrecido. O segundo obstáculo é mais difícil de transpor: a falta de foco. Aí o jeito é ser o mais específico possível. Bole uma fala sobre um assunto singular – e inesperado. Falar sobre “trabalho duro”, por exemplo, pode ser interessante. Mas mais interessante seria falar sobre “como o trabalho duro transformou um menino pobre em milionário”. E superinteressante (turuntss) mesmo seria contar “por que o trabalho duro às vezes não é suficiente para vencer na vida”. Quanto mais detalhada e inovadora a sua proposta, mais chance de você saber o que dizer. E já leva à próxima dica…

2. Faça um resumo.

Todo ano, algumas das pessoas mais criativas do mundo se reúnem no TED, uma grande conferência global de palestras. Tem escritor, tem rockstar, tem inventor, tem ativista, tem CEO, tem comediante. O que não tem é apresentação chata. Pode conferir: as melhores estão no YouTube e no próprio site do TED, e já foram vistas mais de 1 bilhão de vezes. As TED talks, como são chamadas as palestras, têm outra coisa em comum: são todas curtas, raramente ultrapassam os 20 minutos. O que pouca gente sabe é que, quanto menor for o seu tempo de palco, mais longa vai ser a sua preparação. É que resumir consiste em deixar coisas de fora. Para isso, tente resumir a sua ideia em, no máximo, 15 palavras – e coloque-a no papel. Mude os termos, mexa na estrutura da frase, pense em sinônimos que expressem melhor a sua teoria. Encontre profundidade e emoção. Esse exercício é importante para garantir que a sua fala não vá para uma direção inesperada. O resumo vai servir de farol para toda a sua apresentação: se você não conseguir enfiar todos os assuntos importantes em 15 palavras, talvez seja sinal de que o discurso tem assunto demais. Corte. Caso contrário, você terá que passar por eles de forma muito rápida, superficial – e de maneira que o público não vai se envolver.

3. Manipule.

“Senhoras e senhores da turma de 98: Usem filtro solar”. Lembra desse discurso? Quando viralizou nos e-mails no fim dos anos 1990, foi atribuído a um professor prestes a morrer de câncer de pele, que falava aos seus alunos sobre o sentido da vida. O texto é da jornalista Mary Schmich, e ficou famoso no Brasil na voz de Pedro Bial. Na verdade, não era um discurso – foi publicado originalmente num jornal. Mas fez um sucesso estrondoso. Tudo graças a alguns ingredientes essenciais, como uma narrativa simétrica (ele começa e termina falando sobre filtro solar), o fator surpresa e a conexão emocional. Se você quiser apenas uma dica para as suas palestras, anote esta: mire no sistema límbico.
Essa é aquela parte do cérebro que controla nossas emoções (pense no lugar onde ficam os personagens do filme Divertidamente). Compartilhar memórias relevantes, que tenham apelo emocional e com as quais seja fácil se identificar, faz com que a plateia embarque no que você disser. Histórias de superação, de amor e de morte são imbatíveis nesse quesito – mas atenção: o ideal é que as emoções sejam reais. O público consegue farejar de longe quando o palestrante está apelando.

4. Improviso x decoreba.

No dia 28 de agosto de 1963, nos degraus do Memorial Lincoln, em Washington, Martin Luther King disse que tinha um sonho – e mudou a história dos negros nos EUA. Mas as palavras mais famosas de um dos discursos mais marcantes da história quase ficaram de fora. O momento era tenso. O movimento negro queria fazer pressão para que o presidente John F. Kennedy assinasse uma lei que garantisse a igualdade racial no país, mas o discurso de King tinha de ser pensado com cuidado para não pisar no calo de ninguém. Ele começou seguindo à risca as palavras escritas por uma equipe de assessores, numa cadência até monótona. Mas, lá pelo décimo minuto, a cantora Mahalia Jackson, que já tinha ouvido outros discursos mais inspirados de Luther King, pediu para que ele falasse do sonho. Ele ouviu. E improvisou. No ano seguinte, a lei foi assinada e Martin Luther King ganhou o Nobel da Paz. Tudo graças ao jogo de cintura.
Uma das decisões mais difíceis que você vai tomar ao bolar a sua fala é: melhor decorar o texto ou melhor deixar espaço para o improviso? A vantagem do roteiro é que você terá controle sobre o tema e o tempo. Se essa for sua decisão, você vai ter de memorizar cada palavra – e então repetir as frases até que elas não pareçam decoradas. Acredite, isso é difícil. O seu roteiro deverá ser em linguagem coloquial, próxima da fala. Se não houver cuidado nessa parte, você vai parecer num jogral. E ninguém suporta isso. Já em reuniões de trabalho ou apresentações para clientes, por exemplo, o improviso é mais comum. Aí o importante é decorar a mensagem que você quer passar. Prepare-se para o pior. E se der um branco? E se você esquecer algum detalhe? E se o tempo acabar?

5. O começo e o fim.

O começo de uma palestra é a hora de agarrar o seu público pela nuca. Procure no YouTube a palestra da comediante Maysoon Zayid no TED. Ela tem um tipo de paralisia cerebral que faz com que o seu corpo trema o tempo todo. A apresentação começa assim: “Eu não estou bêbada – mas o médico que fez o meu parto estava”. Pronto: com uma piada que carrega uma grande carga dramática, você está fisgado. Drama, aliás, é uma bela maneira de começar, principalmente se a sua fala vai propor soluções para esse problema, ou discuti-lo de uma maneira leve, como Zayid fez.
Se você tem uma informação surpreendente, jogue-a para os primeiros segundos. Vai mostrar uma foto? Diga, antes de revelar, que aquela imagem mudou a sua vida. Em questão de segundos, você terá a atenção da plateia toda. O cérebro humano adora experimentar uma novidade. Uma surpresa boa é o equivalente a uma injeção de dopamina, o neurotransmissor do prazer. Um elemento inesperado também deixa as pessoas em alerta, graças à liberação de noradrenalina, ligada ao estado de vigília. Um início de palestra que, ao mesmo tempo, surpreenda e anuncie surpresas maiores ainda por vir é praticamente infalível.
O final da palestra é igualmente importante – e difícil. “É o momento de maior emoção. Se o orador não fizer uma boa leitura da plateia, pode usar emoção demais ou de menos e até comprometer o discurso”, diz o professor de expressão verbal Reinaldo Polito. O objetivo da sua fala era expor um problema? Sugira uma solução prática, prometa fazer a sua parte, convide a plateia a fazer o mesmo. Se você citou uma história curiosa lá no início, volte a ela no fim. O importante é garantir que a audiência saia sem a sensação de que ficou faltando alguma coisa.

6. Ensaie, ensaie, ensaie.

Se você optar pela decoreba, vai ter de se acostumar com a repetição. Foi assim que você guardou aquele hit grudento do Carnaval passado, e é assim que a sua fala vai ganhar vida. É durante a repetição que você vai adicionar frases, mudar palavras e ganhar familiaridade com seu próprio texto. Em seguida, convide amigos ou membros da família para ensaiar. Faça perguntas específicas para obter um feedback eficiente. Eis alguns exemplos infalíveis: “Deu para entender o que eu disse? Alguma parte ficou confusa? Fiz algum movimento estranho com as mãos? Em algum momento pareceu que eu estava recitando um texto decorado? Usei alguma palavra que não soou bem? Gaguejei? Minha voz deu sono? O que você mudaria no meu discurso?” Ouça as opiniões dos críticos, incorpore mudanças e repita o processo. E fique de olho no relógio. Se você tem meia hora para falar, é ideal que se planeje para terminar em 28 minutos.

7. Jogo de corpo.

Agora que o roteiro da sua fala está na ponta da língua, é hora de afiar a linguagem corporal. A segunda palestra mais popular da história do TED, com quase 50 milhões de visualizações, é sobre power posing (algo como “poses do poder”). Durante 20 minutos, a psicóloga Amy Cuddy mostra as maravilhas de uma expressão corporal clara, assertiva e positiva. Para ela, aparecer no palco como a Mulher Maravilha, com o queixo erguido e as mãos na cintura, causa mais do que um efeito psicológico na plateia: altera o cérebro do palestrante.
A ideia do power posing é a seguinte: quando uma pessoa adota uma postura de “poder”, com o peito aberto, nariz empinado e braços à mostra, ela acredita na própria capacidade. Assim, seu corpo é inundado com doses de testosterona, o hormônio associado à dominância e à assertividade. Em contrapartida, caem os níveis de cortisol, o hormônio do stress. Essa mudança química faz com que o sujeito fique mais disposto a se arriscar. Ou seja, além de parecer um super-herói aos olhos do público, a pessoa também se sente um.
A teoria não é infalível. Em 2015, uma pesquisa feita com um número maior de voluntários e metodologia diferente não identificou indícios suficientes para dizer que fazer pose altera os hormônios do corpo. No entanto, os efeitos na plateia são perceptíveis. Afinal, é muito mais fácil se engajar na fala de uma pessoa com boa presença de palco e que não se esconde do público. A postura não é a sua única arma corporal. O rosto também é capaz de muito. Não deixe de fazer contato visual com a plateia – seres humanos são programados para detectar os menores movimentos nos músculos ao redor dos olhos e estamos o tempo todo tentando interpretar as expressões alheias. Faça isso com as pessoas que estiverem mais próximas. Elas farão o mesmo. Olhar nos olhos faz com que dois cérebros comecem a entrar em sintonia, inconscientemente. Isso funciona especialmente bem em apresentações de trabalho ou ambientes menores. Culpa dos neurônios-espelho (os mesmos que fazem com que a gente sinta vergonha alheia, por exemplo). Se um olhar firme estiver acompanhado de um sorriso, você já estará a meio caminho andado para o sucesso.

8. Fique tranquilo. (Ou não).

Em 1998, os tabloides exploraram até a última gota o caso extraconjugal que o então presidente dos EUA, Bill Clinton, teve com a estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky. O escândalo abalou o governo de Clinton, mas certamente pesou mais para o lado da moça, que foi publicamente humilhada numa época em que a internet começava a se popularizar. Dezessete anos depois, Monica Lewinsky resolveu contar a sua versão dos fatos. Diante de uma plateia ansiosa, no TED de 2015, falou sobre sua experiência traumática com o cyberbullying. Para alguém que desenvolveu pavor da opinião pública, não era um trauma fácil de enfrentar no palco.
No dia de seu discurso, Lewinsky se preparou com uma rotina de relaxamento: exercícios de voz, mantras, uma curta caminhada para liberar adrenalina e até uma sessão relâmpago de meditação. Mesmo assim, não dá para dizer que ela estava calma. Pelo contrário: ela disse que estava sentindo “relâmpagos de medo”. Deu para ver. Ao longo dos 20 minutos de seu discurso, a moça mostrou alguma insegurança e deu umas travadas.
É compreensível. Quando você está diante de uma situação ameaçadora ou desafiadora, a amígdala (área do cérebro responsável por respostas automáticas e instintivas) libera adrenalina, dilata os vasos sanguíneos e deixa você em estado de alerta. Aí o neocórtex cerebral (o departamento que cuida das decisões racionais) entra em ação e tenta convencer o seu corpo de que vai ficar tudo bem. No caso das pessoas muito tímidas, essa autoajuda do neocórtex não funciona tão bem, e a luzinha de alerta continua acesa. A adrenalina seca a boca e faz gaguejar. Se você for desse tipo, vale fazer o que Lewinsky tentou: respirar fundo para oxigenar o cérebro, beber água (mas não muito a ponto de encher a bexiga) e evitar comidas pesadas.
Mas também tem outro jeito de encarar o desafio. A psicóloga americana Alison Wood Brooks, da Harvard Business School, descobriu que tentar manter a calma nem sempre é o melhor caminho para, bem, manter a calma. Numa série de estudos, ela analisou o estado mental de 450 voluntários antes de performances públicas (como fazer discursos ou cantar no karaokê) em duas situações: quando eles tentavam se acalmar ou quando abraçavam a ansiedade e a excitação do momento. As pessoas que repetiam para si mesmas frases como “estou empolgada” mostraram uma tendência a encarar a situação como uma oportunidade, não como uma ameaça. E se saíram melhor que as que tentaram se acalmar. Para a cientista, é tudo uma questão de coerência. Encontre o ritual que deixe você mais confortável e se, mesmo assim, o nervosismo não passar, pense que você pode usá-lo a seu favor.

9. Dite o ritmo.

Em média, as 3 mil palavras escritas neste texto até agora levam 15 minutos para ser lidas, já que conseguimos ler mais ou menos 200 termos por minuto. Uma boa apresentação é mais lenta: varia entre 130 e 170 palavras por minuto. O discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King, tem por volta de 100 palavras/minuto. No contexto em que ele foi dito, fazia sentido. Não dá para acelerar demais quando você fala para 200 mil pessoas. Mas, se seu público é menor, o importante é variar. Você pode diminuir o ritmo ao se aproximar de um tema espinhoso, como quando Monica Lewinsky falou sobre os momentos mais dolorosos de sua vida. Explicar um conceito complicado também exige calma. Dê espaços longos entre as palavras e permita que seu público absorva o que você acabou de dizer. Mas está liberado acelerar o ritmo para construir um clímax ou contar uma piada, por exemplo.

10. Hora do show.

Em 2015, pesquisadores canadenses entrevistaram 2 mil voluntários e monitoraram seus cérebros para tentar descobrir o limiar de atenção médio de um ser humano. Ou seja, por quanto tempo uma pessoa se concentra sem se distrair. O resultado? Bem menos tempo do que você levou para ler este parágrafo até agora: 8 segundos. É o que você vai ter para agarrar a atenção do seu público.
Pintou uma tremedeira no início da fala? Tente uma piadinha inofensiva sobre como você está nervoso. Ao longo de anos na curadoria do TED, Chris Anderson descobriu que a audiência costuma sentir empatia pelas pessoas que admitem o próprio nervosismo. “Seus ouvintes vão torcer ainda mais pelo seu sucesso”, diz. Depois, encontre entre a plateia aqueles três ou quatro que parecem mais interessados. Em vez de fixar o olhar num ponto do horizonte, olhe diretamente para esses seus novos amigos. A sensação será que você está tendo uma conversa franca com todo mundo. Depois que você tiver gabaritado os primeiros minutos, lembre-se de que o pior já passou. Respire fundo e corra para o abraço
.

VERDADE É QUE O CORINTHIANS DÁ MUITA ALEGRIA AO SEU TORCEDOR!




Que alegria para nós torcedores:

Corinthians goleia o Paraná e mantém 100% no Brasileiro

Timão mostra sua força atuando fora de casa e estraga a festa da loucura paranista. Equipe de Rogério Micale começou bem, mas deu mole na defesa e foi castigada


COMENTÁRIOS


O Corinthians mostrou ser bom mesmo e neste domingo mostrou-se invencível na grande fase que atravessa sob o comando do técnico Fábio Carille. No "duelo dos loucos" na Vila Capanema, não tomou conhecimento do Paraná e aplicou uma goleada de 4 a 0. O resultado manteve as coisas como se iniciaram: O Timão com 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro e os tricolores sem pontuar na competição. Rodriguinho, Sidcley, Clayson e Gabriel marcaram os gols corintianos.

HOJE É DIA DE QUÊ?... O CALENDÁRIO MOSTRA É "DIA MUNDIAL DO LIVRO!"






Você pode checar na folhinha: há comemorações de diversos assuntos todos os dias. Todos têm aquela data preferida, que tem a ver com um gosto pessoal, como o o Dia do Rock. Outras são importantes para o país, como o 7 de setembro. E para lembrar de tanta coisa, a memória tem que ser boa! Anne Roumanoff fala com humor sobre o calendário, suas datas e como pode ser bem complicado lembrar de todas elas:

Dia Internacional da Mulher, Dia sem Celulares, Dia Mundial do Riso… Até os pés e o queijo têm suas próprias datas comemorativas e, estranhamente, não são o mesmo.

No passado cada data era dedicada a um santo. Agora eles são dedicados a santas causas. Não devemos confundir “datas pró” (mulher) com “datas contra” (Aids).

– Você esqueceu o Dia da Avó, apesar de eu ter lhe deixado uma mensagem – resmungou minha madrasta.

– Eu desliguei o celular no Dia sem Celulares.

Ela mesma admitiu para mim que, para dormir à noite, não conta mais carneirinhos, mas as datas das coisas.
– Você devia verificar essa sua memória no Dia Mundial do Cérebro – retrucou ela, que acompanha todos as datas de tudo.

Ela mesma admitiu para mim que, para dormir à noite, não conta mais carneirinhos, mas as datas das coisas.

Já eu acordo assustada com perguntas para as quais não há resposta: Já que as mulheres só têm uma comemoração, quer dizer que é os homens comemoram durante todo o ano? Devemos chorar quando não comemoramos a data reservada ao riso? Será que vão criar os Dias sem Dias?
Sonho com Dias sem Reclamações da minha Mãe, Dias sem Contas, Dias sem Dieta, Dias Mundiais da Preguiça, Dias Mundiais da Verdade em que você possa dizer tudo que pensa, Dias Nacionais do Teste de Infidelidade, e por aí vai. Mas talvez o melhor seja aproveitar os Dias Mundiais do Riso para fazer piada com todos os demais…

FONTE: Revistas Seleções.

E hoje se comemora uma das coisas mais importantes de nossa vida : Os livros. Como é bom ter às mãos livros com vários temas e a gente entra em suas páginas e viaja para locais nunca dantes conhecidos.


Por Anne Rouman

domingo, 22 de abril de 2018

REVISTA ISTO É DIVULGA PROVAS REAIS QUE O SÍTIO DE ATIBAIA É PROPRIEDADE DE LULA!

Mais provas (e que provas!) contra Lula

Crédito: Joao J. C. Baptista Vallim
SINAIS DE RIQUEZA O sítio de Atibaia, que empreiteiras reformaram para Lula, e, no detalhe, a adega do ex-presidente: R$ 1 milhão em obras, escritura polêmica e nota fiscal fria (Crédito: Joao J. C. Baptista Vallim)
Divulgação Já não fossem claras, robustas e suficientes todas as provas que envolvem
em corrupção o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o sítio Santa Bárbara na 
cidade paulista de Atibaia, na semana passada vieram mais confirmações das ilicitudes
 – e, pode-se dizer, definitivas. 
Depondo ao juiz Sergio Moro no processo da Lava Jato que atribui a Lula a propriedade 
do imóvel, o empreiteiro Carlos Rodrigues Prado afirmou que entregou uma proposta de
orçamento das obras de  reforma a Aurélio Pimentel, ex-assessor de Lula. O empresário 
Prado desce a detalhes que mostram que ele sabe muito bem o que está falando. 
Por exemplo: declarou que lhe chamou atenção o fato de Pimentel não tentar negociar as
quantias para obter algum desconto, como é de praxe nesse ramo de negócio e serviço. 
Isso deixou-lhe a impressão de  que o contratante “precisava privilegiar, acima de tudo,
a celeridade do trabalho”. Mais: explicou que o ex-assessor lhe transmitiu por telefone
os dados do empresário Fernando Bittar para que fosse feita, em nome dele, a nota fiscal.
 Não bastasse esse depoimento, o escrevente João Nicola Rizzi  confirmou a Sergio Moro
 o que falara ao MPF: ele redigiu uma minuta de venda do sítio (está em nome de Bittar),
 tendo Lula como comprador, no valor de R$ 800 mil. Segundo o MP, a reforma custou
 R$ 1 milhão, valor pago por empreiteiras que eram beneficiadas com a concessão de obras
 públicas.

BLOG SAÚDE : SEJA HOMEM ... PREVINA-SE PARA SAÚDE DA PRÓSTATA!


Alerta de quem já teve câncer de próstata: 
Tinha alguns sintomas e me tratei com o Dr. Celso Fernandes . Passado certo tempo
veio o diagnóstico: câncer de próstata. Submeti a cirurgia e o câncer estava no começo...
livrei-me do problema... estou curado e hoje vivo normalmente. A prevenção valeu e o
câncer desapareceu. Graças ao Dr Celso com a ajuda de Deus!
Prevenção da Próstata
A prevenção é sempre o melhor remédio. Portanto, os médicos recomendam que todos os homens acima de 50 anos realizem o exame de toque e da dosagem de PSA anualmente. Para os que possuem histórico da doença na família, os médicos recomendam que esses exames sejam feitos a partir dos 45 anos.
O câncer de próstata em estágio inicial geralmente não causa sintomas, enquanto em estágio avançado pode causar alguns, por exemplo: 
  • Micção frequente.
  • Fluxo urinário fraco ou interrompido.
  • Impotência.
  • Vontade de urinar frequentemente à noite.
  • Sangue no líquido seminal.
  • Dor ou ardor durante a micção.
  • Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.
  • Perda do controle da bexiga ou intestino devido a pressão do tumor sobre a medula espinhal. 

Se a doença se disseminou, o homem pode apresentar sintomas como dor nas costas, quadris, coxas, ombros ou outros ossos.

Mas doenças benignas da próstata, como hiperplasia prostática também causam os mesmos sintomas. Dessa forma, é importante manter o médico informado sobre qualquer um desses sintomas para que a causa seja diagnosticada e tratada de imediato.
Procure Ajuda Médica
A atitude de muitos homens vai de encontro com o que é recomendável. Pesquisas apontam que muitos homens levam, em média, quatro anos para buscar tratamento médico. São pessoas que permanecem com a dificuldade ao invés de esclarecer as suas dúvidas e obter uma solução definitiva para o seu caso. Procure a ajuda necessária para solução de seu caso.

DIZ UMA LENDA: ESTE FOI O PRIMEIRO MILAGRE DE JESUS! PODE SER VERDADE?

SERIA ESTE O PRIMEIRO MILAGRE DO MENINO JESUS?




Há poucos vestígios nas páginas bíblicas sobre a passagem de Jesus em seus tempos de criança. Porém dizem que a voz do povo é a voz de Deus. Comentavam-se na antiguidade que     em tempos de criança Jesus fez o primeiro milagre. Deslumbrante sob todos os aspectos. Segundo conta a Bíblia Jesus ainda menininho, bonito, inteligente frequentava os templos e orava fervorosamente por todas as pessoas que o ouviam sobre as maravilhas celestiais. Sua pequena voz ficava firme e se tornava audível nos templos e todos entravam em clima abençoado pelas graças do Espírito Santo.
Habitualmente era visto ajudando seu pai José na carpintaria. Gostava de estar trabalhando ao lado de seu pai. Porém saindo dali, após orações e meditações a Deus, procurava seus amigos e fazia como todas as crianças comuns fazem. Davam risadas, corriam, pulavam montes, tinhas alguns brinquedinhos feitos manualmente.
Diz a lenda: “Certo dia ensolarado, em um local bonito e cheio de árvores se ouvia o som dos pássaros e o barulho das águas batendo nas pedras da pequena cachoeira. Seu colega estava com um estilingue e carrega um embornal cheio de pedras para atirar a esmo naquela região.
O menino amigo de Jesus pegou o estilingue e colocou uma pedra e mirou e arremessou a pedra no alvo visualizado e acertou um passarinho que estava pousado num galho. Logo o passarinho caiu ao chão morto.  Jesus ficou triste, quase chorou, por ver aquele lindo e multicolorido passarinho sem vida.  Pegou o pássaro cuidadosamente em suas mãos e saiu correndo em direção de sua mãe Maria: “Mãe olha que judiação, ele está morto! Coitadinho!
Maria tentando consolá-lo não fique triste meu filho, na vida todos estão de passagem, todos morrem!
Jesus menino, com seu coraçãozinho bondoso, olhou para os céus, orando com fé e esperança, pegando carinhosamente o pássaro agasalhado em suas mão, passando a mão sobre sua cabeça, já se despedindo... o milagre aconteceu, sob os olhares de sua mãe Maria: o passarinho mexeu-se em sinal de vida, vivíssimo sai voando de suas mãos ganhando as alturas em busca da liberdade.”
Maria ficou admirada e muito feliz. Não se surpreendeu, pois Jesus era filho de Deus, e para o Pai nada é impossível.  
De antemão peço desculpas aos teólogos, freis, biblistas enfim ao clero em geral, pois é apenas uma lenda. Jamais afirmo que aconteceu, pois não há nenhum registro bíblico.
Agora se a lenda for bíblica, eis aí “o primeiro milagre de Jesus”: “O menino Jesus ressuscita uma pássaro e dá-lhe liberdade.”.
 São apenas LENDAS ou VERDADES? 

A SIMPLICIDADE DAS CRIANÇAS NOS ENCANTA... SORRIA COM ESTES ANJINHOS!!!

VIDEO ENGRAÇADO DE CRIANÇAS... É SÓ ALEGRIA!!!


ISTO É BOM DIVULGAR: AS OBRAS DE CARIDADE DA IGREJA CATÓLICA NO MUNDO!


por  - 
InfoVaticana
Sempre ouvimos que a Igreja é rica e fechada em si mesma. Será?! Precisamos conhecer nossa fé e defendê-la com coragem e sabedoria!
Por isso, queremos compartilhar alguns dados sobre as ações caritativas da Igreja no mundo.

Institutos de educação:

  • No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 73.263 escolas maternas frequentadas por 6.963.669 alunos;
  • 96.822 escolas primárias para 32.254.204 alunos;
  • 45.699 Institutos secundários para 19.407.417 alunos.
  • Além disto acompanha 2.309.797 alunos das escolas superiores e 2.727.940 estudantes universitários.

Institutos de saúde, de beneficência e assistência:

Os Institutos de beneficência e assistência administrados pela Igreja incluem:
  • 5.034 hospitais com as presenças maiores na América e África;
  • 16.627 dispensários, na maior parte na África, América e Ásia;
  • 611 leprosários distribuídos principalmente na Ásia e África;
  • 15.518 casas para idosos, doentes crônicos e deficientes, na maior parte na Europa e América;
  • 9.770 orfanatos na maior parte na Ásia;
  • 12.082 jardins de infância com maior número na Ásia e América;
  • 14.391 consultórios matrimoniais, na maior parte na América e Europa;
  • 3.896 centros de educação e reeducação social;
  • 38.256 instituições de outro tipo.
Você ainda vai acreditar naquele discurso que diz que o Papa precisa vender sua cadeira de “ouro” para alimentar os pobres? Se alguém te disser isso mande-o estudar a história da Igreja e pergunte se ele tem compartilhado os próprios bens com os pobres.

sábado, 21 de abril de 2018

A MEDITAÇÃO PODE SER MAIS EFICAZ DO QUE A MEDICAÇÃO! ... DUVIDA?










A dieta da consciência junta psicologia e meditação para melhorar hábitos alimentares - Gustavo Miranda / Agência O Globo




RIO - Meditação do tipo "mindfulness" (ou consciência plena) pode ser tão benéfica no combate à depressão quanto antidepressivos, diz um novo estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, publicado nesta quarta-feira na revista especializada em psiquiatria da principal organizações de médicos dos EUA, a "JAMA Psychiatry".

Segundo o trabalho, terapia cognitiva baseada em consciência plena (MBCT, na sigla em inglês) tem todos os benefícios do uso de medicamentos, sem os efeitos colaterais.


"Embora a MBCT não seja uma cura perfeita, claramente oferece uma direção nova para que aqueles com um histórico de depressão possam aprender habilidades para ficarem bem a longo-prazo", diz o professor Willem Kuyken, da Universidade de Oxford e autor-chefe do estudo.


De acordo com Kuyken, psicologo clínico e diretor do Centro de Meditação de Oxford, pessoas diferentes requerem tratamentos diferentes, e meditação deve ser vista como uma opção, ao lado de medicamentos e outras formas de terapia.

"Precisamos de mais pesquisas para mostrar como evitar os primeiros casos de depressão, ainda na juventude", diz ele. "É um treino mental. É sobre treinar a mente para que as pessoas saibam como responder aos seus pensamentos negativos, seus sentimentos negativos, e tenham as habilidades necessárias para serem mais mentalmente resilientes".

Oriundo da filosofia budista, o "mindfulness" perdeu a conotação espiritual entre os rofissionais de saúde de diversas áreas, da neurociência à psicologia. É recomendado pelo serviço de saúde britânico, o NHS. Já é consenso que a “atenção plena” leva ao desenvolvimento da atenção, ao melhor desempenho profissional, e combate a depressão, o estresse e a perda de memória, além de aumentar a qualidade do sono.



Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/meditacao-pode-ser-tao-eficaz-quanto-antidepressivos-diz-estudo-19178371#ixzz5DJLez11U
stest